quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Cruising Alaska: Ketchikan


Planning to cruise to Alaska? I will share my experience to inspire you to explore some of the ports of calls. Let’s start with Ketchikan and soon we will be coming alongside the next ports of call.
Ketchikan is normally the first stop for most of the cruise lines that do the Alaskan season. The city has actually the nickname “The first city” due to it, however is also know as the Salmon city, which will take us back to the history of the fishing Industry which was the most important economic product in the first decades of the last century.

The cruise ships dock right alongside the city. There are four berths and no mater at which your ship is, all are in walking distance from the city. Of course berth 1 and 2 are right in front of the main street, the shopping street. In front of berth 2 is also the information Center where independent information is abailable in case you would like to explore the place on your own.

The city is actually very small and easy to be explored. You will not need much time and it is easily coordinated with a shore excursion to experience some of the highlights of the place. The town offers great shopping options: from souvenirs, Christmas decoration, local art galleries, canned salmon shops.
Hungry? An excellent option is the Fish House next to the  Lumberjack Show, in front of berth one. There, my favorite dish is Halibut with french fries. They have also draft beers. There are also some nice options for lunch or snacks at the creek street which is 5 to 8 minutes walking from the Fish House.

The Creek Street is one of major attractions in the town. It is one of the most photographed places and during the salmon run it is possible to observe the fish finish their circle up this Creek.  Actually this Creek has a very famous phrase which reveals her foundation and history: “only place where fish and man went up the stream to spawn, man more than once”! Curious? There is a Museum to learn more: Dolly’s House.

To experience more, organized shore excursions are availed on-board your ship. Some great suggestions to combine with the independent exploration of the town are:
•Adventure – strenuous in the physical activity level: kayaking, canoeing, fishing and hiking. These options offer the opportunity to learn more about the local flora: typical vegetation and fauna: eagles, bears, dears, for example.  There are available  different options of fishing tours that offer even lunch specially prepared with the fresh fish that you just caught.
•Cultural – easy to moderate in the physical activity level – Totem Park to learn about the culture of the natives. You may find this tour combined with the Lumberjack Show which is recommended for all ages. This show is very entertaining and in a ludicrous Form shows the skills required by the workers in the lumber industry that was very important in the first decades of the XX century.
•Top Adventures – easy to moderate in the physical activity level. Here you can choose different seaplane flights. My favorite is the combination of a flight over the town towards George Inlet with great views of the Tongass National Park  and surrounding small islands and inlets with the crab feast. You can eat as much as you can but don’t forget there is cheesecake for desert. Another option is a seaplane flight without food, which offers amazing views.  The flights are narrated and all have a window seat. If you are there in July and August, there are seaplane flights to see bears, like to Neats Bay and to Prince of Wales.

Now it is time to board “ all onboard” and our next port of call will be Wrangell.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Na terra da magia: Florianópolis

Viajo o ano inteiro de navio pelo mundo e quando chego de férias quero é mais ficar tranquila e curtir a família e os amigos. Hoje, no entanto, senti vontade de passar o dia redescobrindo o centro de Florianópolis e nada melhor do que faze-lo a pé, pois o centro com a última remodelagem é praticamente 100% pedestre. É tranquilo caminhar e redescobrir a história desta cidade que tem tantos encantos. Bom, como a cidade é  pedestre fui de ônibus, pois do contrário teria que carimbar primeiro um lugar para estacionar o carro e isso poderia levar algum tempo!


Minha caminhada começou pela rua Felipe Schmidt. A rua está bonita, bem cuidada, os prédios históricos renovados, e só a Igreja São Francisco em restauração. A Felipe Schimdt  tem um fluxo grande de pessoas, mas sempre tem espaço para aqueles que querem parar um pouco, como no tradicional Senadinho. Este Café faz parte da historia de Florianópolis, sempre foi ponto de encontro para discutir politica e até grande nomes da política de SC vinham ali e tomavam o seu cafezinho.


O Senadinho tem algumas mesinhas na calçada o que permite manter aquela tradição de bater aquele papo sobre atualidades e observar o povo passando. Além disso ao longo da rua tem algumas mesinhas com bancos para você parar um pouco e relaxar. O florianopolitano tem esta característica de levar a vida de forma mais tranquila e isso se reflete na estrutura da cidade. Se bem que isto tem mudado muito nas últimas duas décadas!


Ao final da Felipe Schmidt, a Praça XV com sua majestosa figueira. Árvore centenária que proporciona debaixo de sua sombra um momento para as pessoas fazerem sua siesta ou só interromperam o agito do dia. Ali sempre tem alguém sentado só observando o tempo passar. As vezes tem alguém pregando, tem uma feirinha e o pessoal da terceira idade aproveita o sossego no coração da cidade para jogar um domino nas mesinhas da praça! Pena que a praça é tão pequena, pois precisamos cada vez mais de espaços verdes nas cidades para poder quebrar um pouco a loucura da modernidade. Seguindo pela praça, se chega a Catedral que está belíssima.


 Ao lado se encontra o Museu Histórico que foi até algumas décadas atrás a casa do governador. Hoje abriga objetos e artefatos sobre a nossa história politica e cultural.


Apesar das temperaturas terem caído, durante o dia sobem bastante, chegou a 27 graus no centro, tempo de dar uma paradinha e tomar um refresco e nada melhor do que aproveitar uma das casas de produtos naturais para tomar um feito na hora. Hoje foi água de coco com frutas vermelhas - refrescante e uma delicia! A caminhada continua e vou até o Parque da Luz na cabeceira da ponte Hercílio Luz. O parque está bonito, equipado com área para as crianças brincarem, campo  para jogar uma bola ou simplesmente fazerem piquenique na grama. A vista da ponte é magnífica. O dia está mesmo exuberante: céu e mar azul, temperatura agradável e brisa fresquinha.


Olhando a ponte lembro que quando vim para Florianópolis a mais de duas décadas, tive a oportunidade de atravessá-la à pé, pois já estava fechada para o trânsito de veículos. Logo em seguida foi fechada para pedestres e desde então estamos pacientemente esperando pelos trabalhos de recuperação da ponte: cartão postal de nossa cidade, imagina se não fosse!

Sinto um pouco de cansaço depois de caminhar tanto, o plano agora é voltar ao centro. Vou pela rua Conselheiro Mafra, uma das ruas mais antigas com lindas construções de casas geminadas, bem restauradas. A rua é toda colorida, o estilo açoriano está bem presente.


 Chego ao Mercado Publico e não tenho como não visitar o Box 32 para tomar um Chopp e comer aquele pastel!

 Depois caminho ainda um pouco pelo mercado, vendo o setor da peixaria e da ferinha na frente da antiga Alfandega. Aqui se descobre que não faltam pombos na cidade!



Mas ali também tem um lugar bem típico, uma casinha rustica para comprar produtos locais como o cuscuz de mandioca.

Começa a entardecer, a temperatura está baixando: noites frias, dias quentes! E sinto que está na hora de ir para casa.  

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Komodo Dragon

A expectativa é grande: todos querem ver o Dragão da Ilha de Komodo. Dos 700 passageiros a bordo do navio 670 estão na excursão que promete ver o dragão e eu também quero vê-lo, mas primeiro temos que trabalhar na logística de desembarque dos passageiros. O navio ancora uns 10 minutos da Ilha Komodo e baixamos os botes para levar os passageiros ate o trapiche.
 
 


O dia está favorável a operação. O mar está calmo, céu azul e o navio chegou um pouco antes do horário previsto, 9:30 horas da manhã, o que facilitará a operação de desembarque e também evitará que os passageiros estejam no calor do meio-dia explorando a ilha.
A alta humidade da ilha é um empecilho para quem não está acostumado a estas condições climáticas. Este foi um dos motivos de oferecermos em vez de duas horas de tour, uma hora que é suficiente para fazer a trilha do parque para ver se o dragão se ele estive por perto, é claro!

Em duas horas desembarcamos todos os passageiros que queriam fazer o tour e nós do departamento de excursões acompanhamos o ultimo grupo. Estávamos todos bem ansiosos, de manhã a nossa gerente nos tinha informado por radio que tinha um Komodo Dragon na beira da praia. Porem ao chegarmos não vimos mais nenhum Komodo na praia. Então vamos para a trilha!





Ao caminhar pela trilha com o guia, o mesmo explicava sobre a vegetação local, a população que é de aproximadamente 2 mil pessoas, muitos dos quais são descendentes de prisioneiros que foram enviados a estas ilhas. Vivem do turismo, da venda de produtos artesanais, pesca e cuidam do parque.




A trilha está marcada por pequenas tabuletas que outras empresas de cruzeiros já deixaram delimitando a área por onde os passageiros podem circular. O mais importante para todos que visitam a ilha é não se afastar do grupo, não  tentar explorar por conta própria o parque.
Caminhamos uns 15 minutos e então avistamos os primeiros Komodos. Estavam descansando numa área que segundo o guia fica do lado de um riacho. Aqui eles vem beber agua, porem também é um local onde fazem vigília, pois outros animais também vem com o mesmo intuito de beber agua neste local e se tornam então presas do dragão.
 Como os animais não são velozes, nos arriscamos de ir um pouco mais perto, no entanto sempre sob a supervisão do guia e de mais um segurança do parque. As pessoas que tentam chegar um pouco perto demais são alertadas. Impressiona-me sempre o que as pessoas não fazem por uma foto!
Vimos 4 Komodos reunidos nestas área e até se moveram um pouco o que proporcionou além de belas fotos também um ideia melhor do tamanho do animal e de seu porte. Os dragões chegam a ter quase dois metros e a pesar em torno de 70 a 90 quilos. O rabo do Komodo tem o mesmo tamanho de seu corpo e é uma fortíssima arma para usa defesa e caça.


O Komodo Dragon realmente desperta a curiosidade do ser humano. Um animal gigante que vive, se não me engano, pela explicação do guia, em 3 ilhas da Indonésia e foram somente descobertos no século passado pelos holandeses. Vieram na verdade a ilha para desmistificar a lenda do dragão que existia neste lugar, que cuspia fogo. A lenda continua viva, visto que este lagarto gigante parece ter sobrevivido milhões de anos e continua intrigando a ciência, a arqueologia, o homem.


Além disso, o que também intriga a comunidade cientifica é a mordida do dragão. São tantas as bactérias que vivem na sua boca que o animal mordido morre não da mordida em si, se escapar do dragão, mas da infecção que a mesma causaár. Parece que tem uma membrana que cobre a gengiva e que se rompe com a mordida e causa sangramento e proliferação de bactérias. Intrigante mesmo já que não afeta o dragão.

O dragão pode engolir um animal como o veado que vive na ilha . Por consumir uma quantidade de alimento tao grande, não necessita se alimentar muitas vezes, porém como tem metabolismo lento, o dragão irá procurar se deitar no sol para assim ajudar o processo digestivo. No tour não alimentam os dragões, no passado era permitido, porém hoje esta pratica não está mais autorizada, pois tira  o instinto de o animal procurar o seu alimento.



Permanecemos ali junto dos dragões uns 10 minutos, observando os seus movimentos, tirando fotos, ouvindo as explicações dos guias e suas recomendações constantes para que todos mantivessem uma distancia segura dos animais.Seguimos a caminha e o guia nos chamou a atenção para um filhote que estava numa arvore. Parece que é o habitat dos filhotes para se protegerem de outros animais e da própria espécie, pois podem virar presas de um dragão adulto.



Continuamos a trilha, o calor estava imenso e não vimos mais outros dragões no percorrer. Chegando a praia, de volta praticamente ao inicio da trilha do parque, os nativos esperam pelos turistas com seu produtos artesanais: imas, esculturas de madeira, camisetas e até perolas. As crianças aprenderam a dizer um dólar e ficam te seguindo com a mão estendida repedindo: um dólar, um dólar. Algumas tentam pelo menos vender um imã por um dólar!
Bom, esta foi a aventura de hoje, até a próxima....


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sydney em 48 horas

A discussão na nossa equipe a bordo do Voyager da Regent Seven Seas, ao nos aproximarmos de Sydney, era sobre qual porto oferecia a vista mais espetacular ao se chegar à cidade. Claro que Sydney figura entre as cidades com a entrada mais deslumbrante que que se pode ter de um navio, porém surgiam também outros portos no topo da lista como Veneza, Copenhagen, e também Rio de Janeiro. Fica difícil realmente decidir. Na minha opinião, Veneza impressiona e muito.... Mas agora era a hora de pegar a câmera e correr para o deck superior e curtir a entrada do navio no porto de Sydney.


O auge é o momento quando o navio passa por baixo da Harbor Bridge. Os flashes não param, são olhos profissionais, amadores buscando o melhor ângulo, a melhor composição com a opera house -   construções essas que são símbolos de Sydney.




Tínhamos mil planos para explorar a cidade, mas como o nosso tempo é limitado temos que fazer sempre escolhas. A primeira grande aventura que organizamos foi fazer a escalada da ponte. Realmente dá um friozinho na barriga só de pensar... e também dá um leve tontura quando se houve falar do valor do ingresso: http://www.bridgeclimb.com/The-Climbs/The-Bridge-Climb/. Acho que vocês vão concordar! Devido a questões de segurança, não é permitido levar nenhum equipamento para tirar fotos, nem mesmo um relógio se pode usar. Tudo fica armazenado no armário, você só leva a chave e usa o macacão e equipamento de segurança. é só você! Claro que no final da aventura você tem a oportunidade de comprar as fotos que o guia tirou e não são poucas. O bom é que no valor pago está incluída pelo menos uma foto, grátis, para você ter de recordação!


 


A noite, a agenda foi via o trabalho: a empresa estava oferecendo para os hospedes que estavam a mais 54 dias navegando conosco um coquetel de recepção. Em seguida assistimos a peça La Boheme. Foi realmente um espetáculo. Emociona ver uma opera desta magnitude.

 


No segundo dia, depois do serviço ainda tive energia para uma corrida. O navio estava atracado na frente do bairro The Rocks. De lá era uns 30 minutos caminhando até a Opera House e ali é o começo do Jardim Botânico. Por falar em Jardim Botânico, este é um grande diferencial dos lugares que visitamos na Austrália em geral, todas as cidades tem lindos jardins botânicos que são uma das grandes atrações oferecida ao turista. Tem praias belíssimas, mas também muito verde, muito parque para o cidadão dar aquela escapadinha da rotina e desfrutar um pouco da natureza. Isto falta aqui no Brasil!


Bom, depois da corrida, é hora de voltar ao navio e me preparar para o embarque dos passageiros..... Sydney em 48 horas vai ficar na memoria como um dos lugares mais lindos com uma excelente infraestrutura, lindas praias e parques e um povo eclético e hospitaleiro.

terça-feira, 27 de março de 2012

Oceania Favorites - Jacques
















Por as mãos na massa a bordo de um cruzeiro e isso na cozinha, não parece possível, mas é! No Marina da Oceania Cruises, Inc. há a possibilidade de participar de cursos de culinária e isso é único na industria de cruzeiros.
Hoje tive a oportunidade de participar da classe: Oceania favorites-Jacques. O nome remete ao grande chefe Jacques Pepin: um Francês que construiu sua carreira nos Estados Unidos. Ele é um dos mais famosos chefes da cozinha americana, aprendiz de Júlia Child. Quem não lembra do filme Julie & Julia, comedia-drama que faz um contraste entre a vida de Julia Child e a versao moderna que tenta aprender a executar todas as receitas e escrever um blog sobre sua experiência. Bom, se não assistiu ainda, esta é uma boa oportunidade. Sempre tento participar de tours e aulas sobre culinaria, é uma experiência fascinante o do aprender, do testar, de estar com amigos e saber cortar uma cebola, de saber manuciar uma faca corretamente! É como jacque Pepin costuma sempre enfatizar em suas falas, cozinhar é a arte de dividir, de estar com a família e amigos, acompanhado sempre de um bom vinho. E é isso que vou fazer agora: dividir um pouco da minha experiência com vocês!
O Centro de Culinária bon appetit tem 12 estações e pode comportar 24 participantes, mas hoje tive sorte, o número de aprendizes era impar e tive uma estação só para mim. O centro é equipado com câmeras que projetam o que a chefe está ensinando na tela, pode-se ver muito bem cada detalhe e seu método também é muito eficaz. Primeiro a chefe nos chama em sua volta para mostrar a técnica ou como preparar um prato e em seguida voltamos as nossas estações e praticamos, executamos o demonstrado/a receita. Depois de pronto provamos nossos pratos!
Claro que acompanhados de um copo de vinho. Hoje aprendemos técnicas de como cortar cebola, por exemplo, para fazer um Camarão ao modo provençal. Depois preparamos um Quiche, um molho vinagrete, scallops e por fim o famoso crepe suzette! Toda experiência teve a atmosfera de amigos reunidos, partilhado essa aventura na cozinha! Por fim, ganha-se as receitas dos pratos feitos. Uma delicia! Bon Appetit!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Bermuda



Quando se houve falar de Bermuda vem logo a memoria as misteriosas estorias do triangulo das Bermudas e ainda mais quando se vai de navio! Fica um sombra, uma nuvem povoando o imaginario. Mas nos chegamos bem, estamos  fazendo a travessia a bordo do Marina de Miami a Barcelona como porto de chegada.
Nesta manha de sexta, chegamos a Kings Warf, Bermuda. Eh uma linda manha, temperatura super agradavel, mar muitissimo azul, uma live brisa que ainda nos lembra de levar um casaquinho! Somos o segund navio para a temporada que estah comecando aqui. A temporada/o verao esta para comecar em Bermuda!
O Royal Dockyard onde o nosso navio esta atracado foi construido pelos Britanicos na metade do seculo XIX para defender as colonias britanicas e mostrar sua superioridade; hoje eh um espaco cultura, a memoria da ocupacao eh mantida mas com atrativos turisticos. Tem um pequeno terminal para receber os turistas dos cruzeiros, no qual tem informacoes turisticas e produtos artesanais a venda.




O nosso navio eh um pouco grande demais para o Porto de Hamilton que eh para navios de porte pequeno. Porem de ferrie, de onde nos estamos,  eh 20 min e de onibus e approx. 50 min e a viagem eh espetacular. Pode-se apreciar pelo caminho a arquitetura das belas mansoes de milhoes de dolares! Como se sabe, aqui estao instaladas as grandes seguradoras, negocio que hoje eh mais importante ateh que o turismo e leva milhoes de dolares a ilha.
Passando por Hamilton, ve-se um navio cargueiro atracado. O guia nos conta que praticamente tudo eh importado nesta ilha e que quase tudo vem dos EUA. Digamos que o custo de vida eh um pouco mais caro aqui.




De volta ao pier, depois de almocar no navio, fui explorar um pouco o dockyard. As instalacoes militares viraram restaurantes, museus, cafeterias, lojas de produtos artesanais. Tem tambem um centro para nadar com golfinhos e uma praia para snorkeling. Tudo bem pertinho.
A noite tem no snorkeling park um bar onde a tribulacao acaba se encontrando e celebrando o overnight!




Bom, no segundo e ultimo dia eu vou em mais um tour com os hospedes. Desta vez para explorar tambem a cidade de St. George. Um centro historico tombado pela Unesco pela sua arquitetura tipica. Neste tour se passa por varios compos de golfe, outra grande atracao na ilha, e se ve tambem um pouco da agricultura de "quintal" que eh praticada. As familias tem em seus terrenos belas hortas e se ve muito cultivo de verduras e frutas na ilha.


Outro fato interessatne eh que nao ha lagos ou rios em Bermuda. Agua fresca vem da coleta da agua da chuva e de plantas de desalinizacao. Porem praticamente todos tentam coletar o maximo a agua das chuvas. Os telhados sao bem branquinhos, feitos de pedra-sabao e pintados de cal. A superficie do telhado eh irregular para que mais agua da chuva corra no tanque de coleta. Se a superficie eh lisa, a agua tem muita velocidade e acaba indo por cima dos canos de coleta. Mantendo o telhado bem limpinho se tem agua pura boa para consumo.

Esta na hora de voltar para o navio, a viagem continua... nosso proximo porto vai ser Funchal. Vao ser agora 5 dias diretos de mar.... Ate lah!


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Machu Picchu: Aventura a 2400m de altitude!



Machu Picchu
19 a 21 de Janeiro , 2012











O cartão postal de Machu Picchu foi minha inspiração por muito tempo na parede do meu escritório para esta viagem. Acompanhei o grupo do navio nesta aventura! 

Saímos do Porto de Callao (Peru) para o aeroporto de Lima. O vôo é de aproximadamente uma hora até Cusco. Ao chegarmos, fomos recepcionados pelo operator e guia local. No aeroporto tem agências de turismo, umas lojinhas e oxigênio em tubo para comprar! Cusco fica a 3400m de altitude e nem todos se adaptam bem a estas condições. Por isso nos hotéis, ônibus e trens de turismo têm tubos de oxigênio para atender emergências. Até no restaurante que almoçamos tinha!!! 
Do aeroporto fomos ao restaurante: almoçamos no Limo, excelente opção para degustar a cozinha peruana! Em seguida, tivemos o tour de Cusco: capital do império Inca.



















São poucos os vestígios deixados, na verdade estão mais nos fundamentos das construções. Os espanhóis aproveitam o que tinha e o remodelaram. A maioria dos palácios incas virou Igreja. São mais de 20 Igrejas em torno da praça principal. Depois fomos a um sítio arqueológico que fica um pouco fora da cidade de Cusco: o que impressiona nestas construções são o tamanho das rochas usadas nas construções. Mais uma vez o que se vê são os fundamentos de construções, mas feitas com uma técnica que leva a duvidar que tenha sido ação humana: são o tamanho das pedras, o encaixe perfeito, o deslocamento das mesmas já que no século XV  não se tinha nesta região cavalos ou bois que pudessem ajudar com o trabalho pesado de deslocar as rochas. Intrigante!
A noite tivemos um show de música com instrumentos musicais achados nas diferentes regiões. Muito interessante. Depois do show, janta e dormir cedo já que no segundo dia iríamos partir as 5 da manhã!

O relógio despertou as 4 da manhã! Não dormi muito bem por causa da altitude, acordei varias vezes! Mas enfim, arrumei a mochila e fui tomar um chá de coca! Sempre disponível no lobby do hotel, ajuda a amenizar os problemas de altitude!!!
Saímos as 5 da manhã! Nesta época do ano o trem não sai de Cusco devido a temporada de chuvas, há perigo de deslizamentos. Por isso a primeira etapa de 90 min é de ônibus! Mas foi lindo ver o dia amanhecer. O trem sae de Ollamtaitambo e de lá são mais 90 min de trem, fomos no Vista Dom. A passagem, cada caminho, é de $55!!! Viajar nesta região requerer uns $$$ a mais!!!











O Vista Dom é muito bonito, tem janelas grandes laterais e no teto. É ideal para apreciar a paissagem, pois o trem vai ao longo do rio Urubamba e das montanhas.  

 










 









Ao chegar em Machu Picchu tem mais 20 minutos de ônibus e então se está na entrada do sítio arqueológico. A entrada $50 por dia! Mas é válido, acho que foi uma das experiências mais marcantes destas minhas andanças pelo mundo. Mesmo tendo lido, estudado a história, é difícil conseguir visualizar o que este povo construiu num lugar tão inacessível. A magnitude das construções, o grau de dificuldade do terreno, a precisão! Realmente um refúgio. Como se diz aqui, os Deuses viraram montanhas! A arquitetura é incorporada a natureza.                                                        










Há o respeito ao meio; os Deuses adorados eram a natureza e isso deve explicar essa harmonia. 
Um retiro espiritual, uma viagem de contemplação, um refúgio Inca que desafia o entendimento da humanidade.