domingo, 30 de maio de 2010

Ao Topo do Mt. Etna.























Neste domingo chegamos as 8 horas da manha, em Taormina na Secilia. Isto nos lembra logo a Mafia, nao eh mesmo? Filmes como Godfather eternizaram este esterotipo. Porem hoje nao vamos falar de outro chefao da Secilia: o vulcao Etna.

Bom, o navio ancora em Jardim Naxos e o desembarque eh feito de tender boats. O trajeto eh curto e o pier eh bem simples. O local Jardim Naxos eh um resort de ferias com uma bela praia. Porem, minha grande aventura hoje foi participar do tour: 4x4 Expedition to Mt Etna.

Saimos de onibus e se leva quase uma hora e 30 minutos para se chegar ao primeiro estacionamento, do qual se pega a condola. A cabine eh para seis pessoas e o percurso eh de aproximadamente 15 minutos. Assim se chega ao segundo estacionamento ou estacao, da qual se toma agora um tipo de big truck (4x4), no qual cabem umas 20 pessoas. Este nos leva a estacao mais alta, da qual comeca a caminhada para ver as crateras dos vulcao. Importante, vista roupas quentes, pois estava 4 graus lah em cima! Claro que eles tem a opcao de voce alugar uma jaqueta na segunda estacao.

Ao descer do caminhao, se eh recepcionado pelo vento frio… n’os estamos a uma altitude de 3000 metros e o tempo pode mudar rapidamente aquí, tivemos muita sorte que durante a caminhada o tempo colaborou, mas quando estavamos voltando para a condola, comecou a chover e depois ficou encoberto. A visibilidade ficou entao bem afetada.

A caminhada eh sob a coordenacao de um guia e ele vai explicando a historia das erupcoes do Mt. Etna, a sua formacao ha 600 mil anos atrás e as presentes atividades. Segundo os vulcanocos, espera-se uma grande erupcao a qualquer momento, pois registram grande atividade no local. Quando estavamos fazendo a nossa caminhada, a equipe de vulcanos estava sobrevoando a cratera, rotina di’aria desdes cientistas para averiguar as atividades de Mt. Etna.

A montanha eh mesmo imponente e andar tao proximo das crateras das ultimas erupcoes eh fascinante. De algumas ainda sae vapor e pode-se sentir o cheiro de enxofre. Em algumas pequenas durante o percurso eh possivel sentir a temperatura que vem do centro da terra. Claro que ali eh como estar perto de um fogao a lenha, otimo para se aquecer um pouco neste friozinho.

Ate a minha proxima aventura….

Arrivedecci!

sábado, 3 de abril de 2010

Um dia em Saigon, Vietnam


Queridos amigos, 

A minha última grande aventura foi na cozinha no Vietnam! Isso mesmo! Fiz um curso na Escola “The Saigon Culinary Art Centre” de cinco horas. Foi muito divertido! Mas  deixem-me contar primeiro um pouco de Saigon, do caminho até a escola .

Chegamos ao porto Nha Rhon dia 3 de abril, às 9 horas da manhã.  Assim que se desembarca, se é recebido por uma onda de calor! A umidade aqui é muito alta e como estão entrando no verão, o clima fica praticamente insuportável. No píer sempre tem um monte de tendinhas com produtos locais e piratas! Uma festa! Tem filmes em DVD a $1, roupas esportivas de marcas (fake) for $5, relógios originalmente fakes, bolsas, souvenires, etc. Minha amiga brasileira Adrianna Ferraz é freguesa assídua! Sempre pechinchando, mas a dona da tenda é osso duro de roer! Quando se trata de negociar, fazem de conta que não entendem inglês e só ficam repetindo o preço e olhando com aquela de cara de poucos amigos! Ah, só para vocês terem um idéia do câmbio: $1=13.000 đồng (VND). Se faz a festa com $10 no Vietnam!

O porto fica bem localizado, só uns 10 minutos de carro até o centro, o distrito 1, também chamado de Saigon.  Há uma preferência local de chamar a cidade de Saigon e eu particularmente também gosto mais deste nome, dado pelos franceses com a captura do sul do Vietnam em 1859, pois antes disso era chamada de Gia Đinh. O atual nome de Ho Chi Minh (nome do líder comunista do norte) foi imposto à cidade com a vitória da Guerra do Vietnam como uma forma de tatuar a mesma na memória da cidade.  Oficialmente a alteração do nome se deu em 1975 com a vitória das forças comunistas do norte sob o sul do Vietnam.  Uma sugestão para relembrar um pouco da historia mais recente deste país é assistir os filmes: Indochina e Good Morning Vietnam.

Saigon foi a capital da Cochinchina (1862–1954) e do sul do Vietnam durante a ocupação francesa (1954–75). Hoje a cidade tem em torno de sete milhões de habitantes e está se recuperando das mazelas da Guerra e sentindo o gosto da influência do ocidente que já esteve mais presente no sul do Vietnam. Esta diferença se sente ao se viajar ao longo da costa do Vietnam, quanto mais se viaja em direção ao norte, mais forte ainda é a presença do regime comunista. No sul, ele é mais aberto as inovações.

O centro da velha Saigon é a parte mais nobre da cidade, onde se encontram as construções colônias do período do domínio francês. Algumas são bem imponentes como a Catedral de Notre Dame, o prédio do correio que parece uma estação de trem, a casa de opera e o Hotel Rex, da cobertura do qual se tem uma linda vista da cidade e a noite pode-se apreciar uma bebida local no bar localizado na cobertura. O local tem mesmo uma vista privilegiada e uma atmosfera que remete aos anos 50.

Passando pelo centro, chama também a atenção o parque verde do período Frances, ele é o pulmão da cidade para filtrar um pouco a poluição proveniente das milhares de motos que circulam pela cidade. Na minha opinião, o trânsito é uma das grandes atrações de Saigon; parece não haver regras, é um caos, mas que de alguma forma se move sem grandes complicações. Nós, é claro, não conseguiríamos nos locomover neste caos, temos até medo de atravessar a rua, porém o grande segredo é não parar, simplesmente atravesse a rua que os motoqueiros vão desviar; se você parar, não saberão a sua próxima ação e poderão atropelá-lo.

No caminho até a escola, temos também uma pequena parada na frente do Palácio da Reunificação para tiramos umas fotos. Esse palácio ficou mundialmente conhecido quando um tanque dos comunistas do norte derrubou o murro e adentrou a área do palácio significando simbolicamente o fim da Guerra do Vietnam, com a vitória dos vietcons em abril de 1975.  

Seguindo viagem, em poucos minutos, chegamos à escola de cozinha vietnamita. A entrada é bem simples, a dona da escola veio nos receber e nos introduziu ao chefe de cozinha. Aprendemos a fazer uns pratos típicos locais como: rolinhos de primavera, picadinho de carne com arroz e verduras e sopa.  O chefe nos contou que esta sopa foi desenvolvida durante a guerra do Vietnam, pois os vietcons que viviam praticamente só em tuneis precisam fazer a comida nos mesmos sem fazer alarde com muita fumaça. A comida tinha que ser preparada em poucos minutos. A receita tinha que ser super simples, mas bem nutritiva. A base da sopa é um caldo de peixe com verduras e no final se acrescenta um ovo batido.

No final da aula, os pratos que aprendemos a fazer são colocados à mesa para saboreiá-los. Estava uma delicia! A comida local é simples, mas super saborosa e a base da mesma é o arroz. Por falar nele, o Vietnam é o segundo maior produtor de arroz mundial após a Tailandia.

Bom, eu vou ficando por aqui...está na hora de voltar pro navio. Espero que vocês tenham gostado e que venham conhecer o Vietnam.

           




sexta-feira, 26 de março de 2010

Kagoshima: sul do Japão

Na terra do sol nascente...

Kagoshima, este foi o nosso último porto durante a nossa visita ao Japão.  A cidade fica na ilha de Kyushu que é uma das quatro maiores ilhas: Honshu, Hokkaido, Kyushu and Shikoku, além de outras ilhas menores, que formam o Japão. A grande surpresa neste dia é que não estava chovendo. Dos quatro dias que estivemos no Japão, este foi o único dia de sol. O porto é simples: tem um píer relativamente grande e uma pequena construção na qual fica o centro de informações turísticas e o cambio. Também tinha uma pequena tenda com demonstração gastronômica.  Enfim, fomos muito bem recebidos: com sol e um povo bem alegre.

A cidade de Kagoshima é pequena e fica uns 10 minutos de carro do píer. As atrações aqui são os banhos de águas termais como o Ibusuki Sand Bath Experience; o parque museu no Sengan-en Garden  e um vulcão ativo: Mt. Sakurajima, o qual vimos entrar em erupção sete vezes naquele dia e domina o cenário da região.

O parque que visitamos o Sengan-en Garden onde se encontra o Shoko Shuseikan Museum  contem uma exibição de maquinarias que iniciaram o período industrial no Japão.  O sul do Japão, também pela questão geográfica, esteve mais aberto as influências do ocidente. Por ali entraram os primeiros missionários como o português Francisco Xavier e as grandes inovações tecnológicas no século XIX. As influências religiosas foram banidas com o fechamento do Japão as influências de fora. Com a abertura do Japão em 1865, o sul foi a porta de entrada das novas tendências culturais e tecnológicas. No parque, ao ar livre, se visita algumas das primeiras maquinas que chegaram ao Japão. Quando estávamos visitando o parque, tivemos a primeira grande surpresa: o vulcão Sakurajima entrou em erupção. Foi um grande espetáculo e um momento muito especial presenciar este fenômeno da natureza.  Este vulcão está ativo a um bom tempo e o povo local já está acostumado a esta cena das erupções. Eles têm treinamentos especiais para evacuação da área em caso de uma erupção mais violenta. Mais para o final do passeio, acabamos pegando uma Ferry (15 minutos) para irmos à ilha Sakurajima, na qual se encontra um parque estruturado para a visitação do Vulcao. Como ele voltou a ter mais uma erupção enquanto estávamos na ilha, acabamos presenciando a chuva de cinzas, uma sensação nada agradável.

 Além disso, outra grande atração no parque são as lojinhas com produtos locais e o de maior destaque é a batata doce. Isso mesmo, batata doce! São bolinhos, docinhos  e fazem até um destilado do produto, do qual se tem uma degustação!

Ao passar pela cidade também se vê a estatua de Saigō Takamori, considerado o último verdadeiro Samurai. Em 1877 aconteceu nesta região a última grande batalha na qual os Samurais foram vencidos pelas forças imperiais. Em 2003 a Warner Brother’s  adaptou  essa  historia que se passou no sul do Japão no filme o último Samurai.  Acabei assistindo novamente o filme, pois estando no sul do Japão visitamos também as casas dos Samurais  e então pude observar melhor estes detalhes no filme.  Segundo a explicação do guia local, a sociedade japonesa tem enraizado em sua cultura os princípios da militância samurai.  A obediência, a honra, o respeito à hierarquia e aos mais velhos.

Assim passou o dia, cheio de surpresas e com um lindo por de sol. Adorei conhecer o Japão, um pouco de sua história, cultura, do seu povo e suas belezas naturais. Arigato!





Japão, Hiroshima.



Queridos amigos, estou de volta para contar como foi a minha visita ao Japão. Nós estivemos quatro dias visitando diferentes portos: Hiroshima, Osaka (Kyoto) e Kagoshima. A expectativa era grande de se chegar  a esse pais e conhecer um pouco deste povo, de sua cultura e de sua historia. Preparei-me um pouco lendo sobre a formação do Japão, dos períodos de isolamento e de abertura comercial e cultural que ocorreu em 1873. Veio então a era do grande desenvolvimento, da política expansionista e a segunda grande guerra mundial, na qual o Japão só se rendeu com a devastação causada pelas duas bombas atômicas em agosto de 1945. Porém o pai se reergueu e já em 1964 com as olimpíadas de Tóquio era símbolo de superação e desenvolvimento econômico.  Um povo que tem enraizado em sua cultura a filosofia  confucionista , a organização militar dos samurais e o budismo.

O primeiro porto de entrada de nossa aventura foi Hiroshima (23/03/10). O navio atraca bem pertinho da cidade, são só alguns minutos para a estação de trem e no píer eles tem informações turísticas e cambio.  O tempo nos recebeu com chuva e frio, estava uns 8 graus centígrados.  Na cidade de Hiroshima está sediada a companhia Madza que também fica próxima ao porto.  A cidade tem 1.5 milhoes de habitantes e é a décima primeira maior cidade do Japao. E é uma das cidades marcadas pela cicatriz deixada pela bomba atômica no final da segunda guerra mundial. Os pontos altos de visitação na cidade são: o museu comemorativo da paz de Hiroshima, o bouvelard da paz, o Atomic Bomb Dome (prédio que sobreviveu a explosão e que fica como um alerta, o Museu da Bomba Atômica e a praça da paz. 

No entanto não fiquei para ver os horrores da guerra, quis ver alem disso e foi para fora de Hiroshima, a cidade de Iwakuni a 40 km de Hiroshima. E o caminho para esta cidade é lindo, as árvores está entrando em florescência, se tivéssemos chegado uma semana mais tarde, o espetáculo da primavera estaria garantido.  As primeiras arvorem que entram em florescência são as de damasco, depois de pêssego, magnólia e então as de cereja.  Já tinha algumas florescendo e a paisagem é muito linda, eles têm muito cuidado com os jardins, são meticulosos na arte de podar as arvores, de compor a paisagem do jardim, são como quadros de pintura a serem contemplados.

Iwakuni é uma cidade pequena, mas com uma rica historia. A ponte que cruza o rio é uma das grandes atrações da cidade. A primeira foi construída em 1623, porem a enchente a levou. O engenheiro da ponte foi então conhecer uma na China, se não em engano é a do Watertown Zujishaw que tem arcos que se expandem e agüentam enchentes. Então em 1624 foi construída esta ponte toda em madeira, em arcos. Atravessamos a mesma sob muita chuva e fomos visitar do outro lado da ponte o parque com casas remanescentes dos Samurais. Somente vimos o exterior das mesmas, mas elas continuam muito imponentes e a guia pediu para observar caso viéssemos novamente o filme: O ultimo Samurai – os detalhes que aparecem sobre as casas dos samurais. 

Continuamos caminhando  ao longo do parque e chegamos a um Chinto Shrine.  Antes de se chegar a um Shrine, tem sempre um portão chamado de Tori Gate que pode estar na cor natural da madeira ou pintado de cor laranja. O Tori indica que estamos chegando a um lugar sagrado e ele faz a divisão do profano para o sagrado.  Em Shinto Shrines não se encontram retratos de santos ou de deuses, não há uma imagem a semelhança do homem, o que se encontra no portão de entrada são animais para proteger o local, como tigres, cães, macacos ou cobras.

A última grande aventura do dia antes de se chegar ao porto foi andar de trem bala. Para nós ainda é uma novidade, mas para os japonês não, é uma tecnologia que foi um dos marcos para as olimpíadas de 1964. O tem bala entrou nesta época já em operação e tinha então a velocidade de 210km por hora, hoje chega a 450km. Desde que foi construído e esta em operação aqui no Japao não teve vitimas fatais.  Pegamos esse trem para voltarmos a Hiroshima, é fascinante vê-lo passar, parece um raio, porém no trajeto que fizemos , ele não chega a velocidade máxima, pois tem muitos túneis. Mesmo assim valeu a pena.

Bom, agora só falta contar como foi Kyoto e Kagoshima!

 

segunda-feira, 22 de março de 2010

Visita a Muralha da China e a Cidade Proibida em Beijing






Beijin, 15 de março de 2010.




Hoje quero contar como foi nossa aventura para Beijing e para a Muralha da China. Assim que desembarcamos, sentimos na pele o frio, estava fazendo 3 graus, no dia anterior tinha nevado. Saímos do porto em torno das 11 horas da manhã, nossa equipe e mais um guia local. A viagem dura mais o menos 3 horas para se chegar a Beijing, como não tínhamos tempo para almoçar, compramos um lanche no KFC e comemos no caminho. Por falar em caminho, a paisagem ainda é de inverno, apesar de estarem na primavera. O transito é intenso, mas a auto-estrada é de boa qualidade e tem arborização ao longo da mesma. O que me impressionou também é que não se vê lixo jogado na beira da estrada, parece bem limpo.



Depois de quase 3 horas de viagem chegamos a Beijin e fomos direto à cidade proibida. O bom que estávamos num grupo pequeno e conseguimos andar pela cidade proibida em tempo Recorde: 45 min. O lugar é mesmo impressionante, fascina pela grandeza, pelo belo, pela majestade... A cidade proibida foi construída em 1420, sofreu algumas restaurações e danos, mas continua imponente no coração da capital da China.
Bom, tivemos que apressar o passo, pois da cidade proibida até a Muralha da China são mais 40 min. de viagem e as 16:30min. encerram as entradas. Chegamos à Muralha em tempo! Ufa! O lugar é lindo, as montanhas cobertas com uma fina camada de neve, o sol se pondo, e nós subindo os degraus ainda cheios de gelo, um por um... uma emoção! Mas aos poucos o grupo de escaladores foi diminuindo e só a Lisi, a Adri, o Felipe e eu que fomos até o topo. Fizemos seis estações! Ver o mundo lá de cima é fascinante! Valeu muito à pena!





Já era 17h20min quando terminamos de descer a Muralha. A descida foi mais difícil, já que os degraus estavam ainda com gelo e estava escorregadio. Mas enfim conseguimos realizar nosso sonho e comemoramos com um jantar tradicional: roast duck no restaurante Beijing Quanjude Hepingmen Restaurant. O menu é todo a base de derivados de pato! Se não gostar de pato, hum...
Saímos do restaurante pelas 20h15min para voltar ao porto. A volta demorou um pouco por causa do transito intenso. A vantagem é que deu para curtir um pouco das cenas que se passavam na cidade, as pessoas voltando do trabalho, o ônibus urbano lotado como no Brasil, a cidade iluminada e praticamente toda decoração é em vermelho, eles adoram vermelho! A cidade de 15 milhões de habitantes impressiona pelo seu desenvolvimento, as ruas limpas, carros bons nas ruas, pessoas bem vestidas... uma imagem bem diferente da que eu tinha e que a mídia tenta passar. Aqui parece não haver crise, e nem falam de crise já que o mercado interno é tão poderoso e para abastecê-lo e necessário produzir muito.
A auto-estrada a noite é cheia de caminhões, pois eles têm restrições para andar durante o dia. Então o trânsito é lento por causa destes gigantes. Enfim era quase 22h40min quando chegamos ao porto. Foi um dia super intenso, mas fantástico em todos os sentidos e agradeço pela oportunidade de poder conhecer estes lugares maravilhosos. Até a próxima....

sábado, 20 de março de 2010

Shanghai, China

Shanghai (China), 20 de marco de 2010


Queridos amigos,

Nós estamos quase prontos para partir de Shanghai. Acabamos de fazer o Boat Drill e em 0.30 hora, isto é, às 17 horas vamos partir em direção a Busan, Corea do Sul. Mas deixe-me contar de Shanghai… chegamos ontem, dia 19 de março, às 9:00 horas da manhã. A imigração não demorou muito e nossos tours sairam no horário. Acabei indo no Watertown Zhujiajiao que fica uma hora de onibus fora de Shanghai. Ė uma parte velha da cidade que também é chamada como Venice de Shanghai por causa dos canais e passeios de barco que nós também fizemos.
Bom, o caminho para chegar a Watertown Zhujiajiao passa pelo centro da cidade, ao longo do Bund, onde se encontram as casas colonias muitas das quais são da época das concessões dadas aos Britânicos, Franceses, Americanos depois da Guerra do Opio. A area é muito bonita e olhando para o leste da cidade se vê Pudong, o novo destrito financiero que começou a ser contruido a 20 anos atrás. Eh um deslumbre a arquitetura do lugar, os prédios são arranhã-céus e um chama mais atencão que o outro. O destaque fica por conta da antena de tv que fomos visitar esta manhã. Esta região do Pudong parece até mais bonita que Hong Kong, principalmente a noite, a iluminação dos prédios é um show!

Por falar nesta visita, Luciana, Felipe e eu (a galera do Brasil) foi explorar a cidade de taxi esta manhã. Visitamos primeiramente o Yuyuan Garden. Ė um jardim classico chines, construido durante a dinastia Ming em 1527. De acordo com a literature “Yu” significa satisfazer e o objetivo do jardim era proporcionar tranquilidade e bons momentos para os pais do construdor.
O parque énorme, são cinco hectares e fica praticamente no coração da cidade. Andamos por quase tudo e tiramos um monte de fotos.
De lá saimos e pegamos um taxi para irmos à torre de tv. Ela é a terceira maior torre do mundo, tem no total 468 metros e é composta por 11 espeferas. Nós fomos até a segunda maior esfera como vocês podem ver na foto!!! O ticket é um pouco salgado, para ir até a metade da torre/segunda esfera (259m) foi 100 Yuan. Bom, 1$ é 6.5 yuan. A fila até que andou rápido, pois chegamos lá as 11:10 e eu tinha que estar de volta ao navio ao meio-dia para começar o trabalho. Conseguimos fazer a visita que foi fantástica. Só teria sido melhor se tivessemos uma melhor visibilidade, estava com neblina a manhã inteira. Mesmo assim curtimos muito e pegamos o taxi as 11:51, mas antes compramos um espetinho de frutos do mar. Chegamos no navio em tempo de começar a jornada de trabalho. Ufa… que busy!!!
Até a próxima aventura... um beijo



domingo, 14 de março de 2010

Beijing, China

Bom dia amigos,

hoje eh dia 15/03/10, chegamos as 7:00 da manha em Tianjin, China. A primeira imagem da janela do navio foi da neve acumulada ainda do pier de ontem. Nevou ontem aqui!!! Espero que hoje a gente tenha a mesma experiencia! No momento estamos com 3 graus e venta bastante.

Agora sao 10:00 horas da manha e ainda estamos abordo, metade dos passageiros desembarcaram. O andamento do processo de desembarque eh muito lendo, jah que todos os passageiros necessitam passar pela imigracao assim que descem do navio. Levou mais de uma hora e meia ateh as autoridades locais liberarem o navio.... aqui se necessita de muita paciencia!!!!

Nos estamos a espera tambem, pois recebemos um visto de grupo para o nosso departamento para podermos visitar a muralha da China e a cidade proibida. Ainda nao temos perspectiva de que horas vamos sair daqui. A viagem eh longa, vai nos levar em torno de 3 horas cada caminho!

A noite conto como foi a experiencia... espero que todos tenham um otimo dia...
Direto da China... Iria Sponholz